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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Janela Temida


Como o técnico do São Paulo, Murici Ramalho disse no inicio da campeonato brasileiro. “Existem dois campeonatos, o antes e o depois da janela de transferência”. E realmente parece que o técnico bicampeão brasileiro, com o São Paulo, está certo.
O Flamengo começou o Brasileirão voando, tendo um aproveitamento assustador e que parecia que conseguiria enfim sair da fila, de mais de 20 anos. Porém foi só a temida janela de transferência abrir que o time despencou com a perda de seus principais jogadores. Depois que Marcinho, então artilheiro do campeonato, Renato Augusto e Souza deixaram a Gávea, o time além de perder a liderança, saiu do grupo dos quatro times que tem vaga garantida para a Copa Libertadores de 2009.
O motivo para isso é simples, a perda das principais peças, além de jogos no meio e no final da semana. A janela de transferência européia já prejudicava muito os times brasileiros que sempre perdiam suas principais estrelas para times médios da Europa. Agora além de perder os jogadores para o velho continente, o Brasil perde também suas jóias para o Oriente Médio.
O problema financeiro dos clubes brasileiros é um velho conhecido, mas quando a janela de transferência abre fica cada vez mais evidente a impotência que nossos clubes tem em relação a qualquer outro mercado um pouco mais “endinheirado”. Com dificuldades de manter os jovens talentos os clubes acabam apelando em repatriar jogadores que não conseguiram o sucesso na Europa. Mesmo assim são casos difíceis e que depende muito da vontade do jogador.
Se o campeonato continuar desta forma os cartolas continuaram a sofrer e os torcedores também, por ver cada vez mais seus times desmanchados e seus sonhos de serem campeões do campeonato mais difícil do mundo irem por água abaixo depois de um mês. A Confederação Brasileira de Futebol, CBF, precisa achar uma boa solução para que no futuro os times possam se programar e se planejar para que o futebol cresça.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Fraco e totalmente esperado



É deste jeito que podemos definir o desempenho do futebol masculino nas Olimpíadas de Pequim. Com tantos problemas de liberação de jogador, tempo para treinar o time e definir um padrão de jogo, a medalha de bronze foi uma conquista, mas que todo povo brasileiro concorda de que não é nada.

A participação da seleção de Dunga foi fraca pelo um simples fator. O time nunca rendeu o desejável, não conseguiu o seu principal objetivo que era a medalha de ouro e ainda tive uma atuação ridícula contra a Argentina. Até o jogo contra a sua principal rival a seleção brasileira não havia levado nenhum gol. Isto porque os ataques adversários não apresentavam nenhum perigo ao time treinador por Dunga. Quando teve um teste de verdade a equipe se amendontrou e ficou na retranca, indo esporadicamente ao ataque. Resultado, 3 a 0 para a Argentina e o sonho de conquistar uma medalha de ouro mais uma vez adiada.

Porém o resultado ruim da equipe masculina brasileira era mais do que esperado. Afinal além dos problemas de liberação dos jogadores com mais de 23 anos a equipe não teve um planejamento visando a competição. Um único amistoso realizado antes de embarcarem para as Olimpíadas foi contra uma seleção de jogadores reservas dos clubes do Rio de Janeiro. Posteriormente na Ásia os adversários arranjados pela Confederação Brasileira de Futebol, CBF, foram ridículos e sem expressão nenhuma no meio futebolístico.

A medalha serviu apenas para que o técnico Dunga, mais ameaçado do que nunca, usasse a como um escudo para um resultado bom, para o que ele assume ter sido sem preparação.

A equipe de futebol feminino mais uma vez salvou a pátria das chuteiras. Mesmo perdendo mais uma vez para os Estados Unidos em uma final Olímpica, como aconteceu em 2004,a seleção jogou melhor do que se adversário e teve inúmeras chances de sair com a vitória, pecando na hora do último passe, ou com as grandes defesas da goleira americana. Mais uma vez o futebol feminino mostrou a arte que o brasileiro tem, mesmo perdendo as meninas do Brasil apresentaram um futebol vistoso e cheio de dribles e boas jogadas, principalmente com as três jogadoras de frente, Cristiane, Daniele e Marta.

Mesmo sem ter uma base e quase nenhum apoio no Brasil, o futebol feminino começa a ter grandes resultados, mesmo que ainda falte um título de expressão. Dois vices campeonatos Olímpicos e um vice Mundial, mostram que o caminho está certo. Diferente do futebol masculino que cada vez parece mais perdido no futebol moderno.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Amarelar! Um dom brasileiro?

A primeira vez que ouvi falar sobre alguém amarelar foi na Copa do Mundo da França em 1998.
Quando falaram que Ronaldo havia amarelado. O cara teve convulções, porém todos acharam que ele na verdade ficou com medo, sentiu a pressão e amarelou.

Mas o post não é para falar do caso do Ronaldo, e sim para tentar entender o que acontece com os atletas brasileiros nas Olimpíadas.

Lembro que em Atenas a equipe feminina de vôlei chegou a semifinal sem perder um jogo. Estava ganhando o jogo de 2 sets a 1 e o 4º set de 24 a 19. Conseguiu perder o set e depois ainda perdeu o tie break.

Nas mesmas Olimpíadas Daine dos Santos chegou aos jogos como favoritíssima a medalha de ouro. Na hora do seu salto, Daine caiu de bunda e acabou a competição em 5º lugar.
Mais uma vez a palavra amarelou ecoou nos jornais.Nessa edição dos Jogos Olimpicos a palavra maldita voltou logo após o também favoritíssimo, também na ginastica e também no solo, Diego Hipólito caiu de bunca e abriu um bocão de surpresa ao ver suas chances de medalha cairem, junto com ele.
Depois de ter falado ao vento e todos que quisessem ouvir que ganharia a medalha, que ele era o bom e o tal. Parece até um chamdo divino para baixar a bola.

Ainda na ginastica. Não entendo a Jade. Como gosta de chorar aquela menina. Antes, durante e depois de competir é um tal de choro que não acaba mais, parece que ela sofre todo dia.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Que foguete




Ainda na noite de noite, manhã em Pequim, um foguete entrou nas águas de Pequim.

Depois de conseguir a primeira medalha brasileira na natação nesses jogos olímpicos, Cesar Cielo bateu, de novo, o recorde olímpico dos 50 metros livres.

Nas semi-finais da prova Cielo marcou 21 seg34 baixando em 12 centésimos o antigo recorde marcado nesses jogos pelo francês Alain Bernard, vencedor dos 100 metros livres, prova que Cielo ganhou o bronze.




Cielo voou no Cubo d'Água e dá esperanças ao Brasil que na noite de hoje, manhã de sábado em Pequim, a primeira medalha de ouro em uma olimpíada venha para a natação brasileira.

Muito emocionante a prova que termina em menos de 30 segundos. É incrível o que o esporte não proporcional ao ser humano.

Todos na torcida.

Que lavada



Ontem antes de ir dormir acompanhei o jogo de vôlei feminino entre Brasil x Cazaquistão, na verdade vi só o primeiro e segundo set.



Afinal depois de assitir o segundo set e ver aquilo, realmente vi que ali não teria nenhuma emoção para acompanhar.



Foi um verdadeiro show, uma lavada, que a seleção deu no segundo set.



25 a 6. Nunca vi nada parecido. Nem parecia jogo ofinal. Com cada erro ridículo que parecia jogo de colégio. Como as meninas do meu jogavam.



Depois para fazer uma média, e com o time reserva, vi que as meninas ganharam de 27 a 25. Po só pode ser combinado para levantar o moral das outras.

Agora é ver se esse time não vai amarelar na semi e final, como fez em 2004....