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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

O que pensa o escritor - Cultura


Depois de um dia de trabalho, ou um dia todo estudando, ou até mesmo um dia todo sem fazer nada, ir ao teatro, cinema e/ou um show é algo prazeroso e relaxante.
O show eu vou ficar devendo, não tenho ido a nenhum nos últimos tempos. Fui muito quando uma das melhores bandas da minha geração, que eu considero, ainda fazia show, Los Hermanos era algo inacreditável, Porém agora fico devendo a música em relação aos shows. Esse show do Criança Esperança é algo que não anima. Então vou comentar sobre duas outras opções de entretenimento que aproveitei.
O filme do Batman não é só uma das últimas chances de ver um novo bom trabalho do bom ator australiano Heath Ledger, que morreu por overdose acidental. É também uma emocionante experiência cinematográfica. Revelo que os filmes do Batman pré-século XXI não eram os melhores que vi. Tirando o primeiro filme e o segundo, os outros dois são pouco atrativos. O primeiro “novo” Batman também não foi algo extraordinário. Não sei por qual motivo, mas não gosto de Christian Bale como o Homem-Morcego. Como Bruce Wean é bom, até mesmo por que Cristian é um bom ator. O filme Rescue Dawn que ele interpreta o ator principal é um dos bons filmes que ele já fez, porém quando ele se transforma em Batman, aquela voz não me convence e não me agrada.
Contudo o filme é extraordinário por ter diversos bons atores e uma história interessante. Heath Ledger dá um show como o Coringa e faz com que você saia do cinema querendo que tivesse uma continuação deste papel, mas sabendo infelizmente que não a terá. Outra coisa que Ledger consegue é fazer com que você torça para que o Coringa consiga se dar bem. No filme o Coringa é engraçado e conquista a platéia com a frase “Why so seious?” e as estórias que ele conta por se transformar naquilo que ele é engraçadíssimo.
Batman – O cavaleiro das trevas não é mais um filme das histórias em quadrinhos. É um grande e ótimo filme para ficar sentado duas horas e meia sem tirar os olhos da tela. Um dos melhores filmes deste ano.

Falando em coisas engraçadas, acho que nunca ri tanto durante uma peça. “Como passar em um concurso público” fez com que minha mandíbula doesse e meus músculos da boca ficassem dormentes. O inicio não é tão engraçado, mas a partir da cena dos evangélicos o riso rola fácil e em abundancia. A peça já tem um pbom tempo em cartaz e por isso sofre algumas alterações sempre. A apresentação que vi nesta ultima quinta-feira foi hilária. O capeta vai ficar pra sempre na memória, assim como a repartição pública. Como eles mesmos pediram, aconselho aos meus amigos e aos meus inimigos pois está é uma peça que vale a pena.
Outra coisa que me incomodou, e incomoda, é o preço para ir ao teatro, comparando com o do cinema. Tudo bem que são coisas ao mesmo tempo parecidas e diferentes. Porém o preço do teatro transforma cada vez mais difícil todos poderem assistir mais de duas peças por mês. No país que vivemos é pequena a quantidade de pessoas que tem condições de gastar 100 reais para ver duas peças. Aqueles que são estudantes pagam meia, mas mesmo assim, ser estudante não quer dizer que o dinheiro sobra.
Entre cinema e teatro, costumo ir mais ao primeiro. Mas considero ambos ótimas alternativas de bons programas.

2 comentários:

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